quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Waldeck



Na verdade esta dica não é minha. Me chegou hoje por email vinda lá da terra da garôa através de minha grande amiga (já citada aqui), Renata Bokel.
Waldeck é um bom menino nascido na linda e fria Viena, terra também dos ilustríssimos Kruder & Dorfmeister.
Sua primeira aparição na cena musical se deu em 1999 quando lançou o bom Balance Of The Force. Disco bacana de downtempo, dub e beats psicodélicos.
A bolacha acima é o novo do malandro e gostei bastante. Trata-se de uma homenagem a era dos grandes bailes, das melindrosas, do tempo que Al Capone vendia birita na encolha...
Belo disco catado no Kold9.com

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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Helios



Duty calls me, mas vamos ao segundo e último do dia:

. Helios
. Portland, Oregon - USA
. Uma mistura de post rock com eletrônica downtempo
. Música boa para se ouvir num dia nublado e chuvoso
. Gostei muito
. Link catado no incosistente, mas bem bacana Sonic Process

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Hardkandy



Foi mal, mas hj estou sem muito tempo para textos mais elaborados.
Hardkandy é um duo de Brighton, England e faz um som bacana. Uma mistura de nu-jazz, hip-hop, blues, funk e eletrônica.
Belos grooves e linhas de baixo consistentes.
O disco acima é o terceiro e último da "banda" e conta com participações de grandes nomes do soul / blues ingleses como Martin Harley, Laura Vane e Sean Clarke.
Link achado no já íntimo Nocna Hudba.

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sábado, 22 de novembro de 2008

Toots & The Maytals



É bem verdade que já tive uma ligação mais íntima com o reggae. Graças a ele este escriba carrega, orgulhosamente, ha muitos anos, um Leão de Judah tatuado na perna esquerda.
Há tempos, porém, que o gênero não figura em minha lista de mais tocados, mas, em nenhum momento deixei de admirar e gostar muito da riquíssima sonoridade vinda da bonita ilha caribenha.
Postei aqui, ha algum tempo atrás, uma compilação da Soul Jazz Records com pérolas jamaicanas e agora vos presenteio com uma das maiores e mais importantes bandas de reggae de todos os tempos, Toots & The Maytals.
Frederick "Toots" Hibbert, jamaicano nascido em Mary Pen, Clarendon, cresceu cantando música gospel até que, aos 13 anos, se mudou para Kingston.
Nao demorou muito e se juntou a Henry "Raleigh" Gordon e Nathaniel "Jerry" McCarthy, formando assim a banda que gravaria 27 discos e pérolas como Funky Kingston, 54-46 e tantas outras.
A bolacha acima é o 7º disco lançado pela banda, oferecido pelo respeitadíssimo blogue You & Me On A Jamboree e eu recomendo fortemente.

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Third



Esse post está na minha lista de pendência há tempos. Para ser sincero, desde que inaugurei este espaço em setembro passado.
Tenho tanta história para falar desta banda que faltaria espaço e saco de vcs, leitores, para lerem, portanto, tentarei ser breve.
Corria o ano de 1994 e ali, no começo dos anos 90, a cena musical fervilhava, principalmente a eletrônica onde tudo se experimentava e quase tudo (bom e ruim) era reverenciado como a nova maravilha mundial. O techno e o jungle reinavam nos undergrounds europeus, mas o que me chamou a atenção mesmo foi um movimento de beats mais lentos e viajantes que nascia nos subúrbios ingleses chamado Trip Hop.
Não sei ao certo quem o criou. Isso é polêmico e geraria muita discussão (o que dispenso), mas, com certeza quem, de fato, o definiu foi o Portishead.
Beth Gibbons e Geoff Barrow se conheceram numa fila de banco (salve a burocracia!) e junto com Adrian Utley formaram a banda e em pouco tempo sairia o melhor de todos os seus 3 discos, o de estréia, Dummy.
Música soturna, melancólica, fantasmagórica, sensual, suave e linda. Virei fã imediatamente.
Depois deste, lançaram em 98 (se não me engano) um álbum ao vivo em Roseland, NY e agora, depois de 10 anos de espera, eis que surge Third.
Na minha opinião a espera valeu a pena.
Vida longa ao Portishead!
O link foi achado num dos foruns do Febre Da Música

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Rei


Não. Não se trata do Roberto Carlos, nem do eterno camisa 10 do Santos e da seleção brasileira, mas o que não lhe falta é majestade.
Nascido em Chicago no ano de 1942, o maestro Curtis Mayfield cresceu e se tornou um dos ícones (pra mim, dos maiores, juntamente com Marvin, Stevie, Barry, Isaac, Al...) da música negra americana.
Começou sua carreira na década de 60 liderando a banda The Impressions, mas, pouco tempo depois resolveu seguir sozinho e não parou de lançar discos excelentes.
O album acima é o primeiro lançado pelo mestre e já conta com pérolas como (Don't Worry) If There's a Hell Below, We're All Going to Go, Move on Up e Give It Up.
Discaço que não se pode nem pensar em não ter.
O link é oferecido pelo bom blogue Produto Di-gestivo

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Mushroom Jazz Vol.6



Já faz tempo. Mais precisamente 12 anos que Mark Farina, DJ proveniente de Chicago, morador de São Francisco e mais conhecido na cena house americana, nos presenteia com as suas compilações de downtempo, jazzy hip hop e beats esfumaçados.
O disco acima é o último da série (vol.6), foi recém lançado pela boa gravadora Om Records e mantém a tradição e excelente nível dos outros 5.
Finíssimo.
O link é emprestado do Pedrada Musical.

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