
Minha ligação com esta (excelente) banda recifense vêm de longa data, mais precisamente do início da década de 90.
A primeira vez que ouvi foi através de um filme de surf chamado Cambito, produzido pelo talentosíssimo amigo, poeta e video maker, Pepê Cesar, a quem, inclusive, dedico este post.
Se não me falha a memória se tratava de uma session nas perfeitas e raras direitas do campeche em Florianópolis. Tudo isso ao som de Musa da Ilha Grande, um clássico de Fred 04 e cia.
Tamanha foi minha admiração por esta banda, que encasquetei e, junto com meu grande amigo e futuro pai da Helena, Diogo, produzi o 2º show da banda em solo carioca no finado e saudoso Ballroom.
Depois disso, conheci Chico e Nação, fui a Recife e acabei me entorpecendo com a ainda jovem música vinda dos mangues de lá.
Bons tempos...
Deixando o saudosismo de lado, a bolacha acima, Combat Samba, foi lançada este ano, no final de maio, e não se trata de um disco de inéditas e sim uma compilação feita pelo produtor Miranda (ex Banguela Records) com os (muitos) clássicos lançados pela banda.
Eu sou suspeito para recomendar, mas tô achando que vale.
Vai?!
Clique Aqui







