quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Mundo Livre S/A (post dedicado à Pepê Cesar)



Minha ligação com esta (excelente) banda recifense vêm de longa data, mais precisamente do início da década de 90.
A primeira vez que ouvi foi através de um filme de surf chamado Cambito, produzido pelo talentosíssimo amigo, poeta e video maker, Pepê Cesar, a quem, inclusive, dedico este post.
Se não me falha a memória se tratava de uma session nas perfeitas e raras direitas do campeche em Florianópolis. Tudo isso ao som de Musa da Ilha Grande, um clássico de Fred 04 e cia.
Tamanha foi minha admiração por esta banda, que encasquetei e, junto com meu grande amigo e futuro pai da Helena, Diogo, produzi o 2º show da banda em solo carioca no finado e saudoso Ballroom.
Depois disso, conheci Chico e Nação, fui a Recife e acabei me entorpecendo com a ainda jovem música vinda dos mangues de lá.
Bons tempos...
Deixando o saudosismo de lado, a bolacha acima, Combat Samba, foi lançada este ano, no final de maio, e não se trata de um disco de inéditas e sim uma compilação feita pelo produtor Miranda (ex Banguela Records) com os (muitos) clássicos lançados pela banda.
Eu sou suspeito para recomendar, mas tô achando que vale.

Vai?!

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terça-feira, 14 de outubro de 2008

100% Dynamite



Taí um discaço para quem gosta de reggae e quer ir um pouco mais além do Bob.
Lançado pela finíssima gravadora Soul Jazz Records esse disco é o 1º da série % Dynamite que traz pérolas jamaicanas do reggae, ragga, dub, ska, soul, funk e várias outras excelentes misturas.
Aos poucos os outros irão pintando por aqui.
Feeling Irie!

Vai?!

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sábado, 11 de outubro de 2008

Velha Guarda da Portela



E já que agora o assunto é samba, uma homenagem à minha querida águia azul e branca.

Vai?!

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100 Anos



Hoje têm festa no morro.
Se estivesse vivo, Cartola, o maior poeta da Mangueira, completaria 100 anos hoje.
Aqui vai minha reverência ao mestre. O disco acima, Fala Mangueira!, foi lançado em 1968 e conta com um time de bambas: Clementina de Jesus, Odete Amaral, Cartola, Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça.
Cartola só lançaria seu primeiro disco solo seis anos depois, em 1974, mas este é assunto para outro post.

Vai?!

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Russian Red



Ainda não sei ao certo quem anda frequentando este humilde espaço, muito menos a faixa etária predominante. Espero, porém, que todos estejam gostando do que vêm sendo postado.
Acho, no entanto, que já deu para notar que este blog não se dedica a um gênero específico. Começamos com algumas dicas eletrônicas, passamos para tantas outras Black e agora, depois do último post do classudo José Gonzalez, caminhamos por trilhas Folks e, continuando neste caminho, vos apresento (para quem não conhece, é claro) Russian Red.
Trata-se de uma espanhola (apesar de cantar em inglês) de 22 anos, chamada Lourdes Hernandez e este é seu álbum de estréia, lançado em abril passado e chamado I Love Your Glasses.
O som é bacana, simples, e a voz, na minha opinião, é o forte da jovem madrileña.
Uma bela bolacha.


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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

José González



O malandro aí de cima é sueco, mas suas raízes são hermânicas. Seus pais são argentinos e migraram para a Suécia em 1978.
O som suave e harmônico de José Gonzalez nem sempre foi assim. Sua carreira começou em Gotemburgo no início dos anos 90 numa banda de hardcore punk chamada Back Against The Wall, bastante influenciada pelas cascas-grossas Black Flag, The Misfits e Dead Kennedys.
Em 2003 o mundo passou a conhecer um JG mais calmo através do então recém lançado 1º álbum do bom moço, Veneer.
Este aí de cima é o segundo, chama-se In Our Nature e é bom pacas.

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Gil Scott Heron



Gil Scott-Heron nasceu em 1949 na cidade de Chicago.
Se tornou notório no final da década de 60 e início de 70 por suas atuações de poesia cantada e falada, misturando ritmos como jazz, funk e soul (qualquer semelhância com Rap e Hip-Hop não é mera coincidência...).
Começou sua carreira musical em 1970 com o LP Small Talk at 125th and Lenox. O álbum incluía canções agressivas contra os meios de comunicação corporativos manejados por brancos, a superficialidade da TV, o consumismo, e a ignorância da classe média dos EUA sobre os problemas sociais na época.
Foi boicotado no meio da década de 70 por estar relacionado com os ativistas militantes afro-americanos, inclusive com os Panteras Negras.
Chega de história.
O disco acima foi o segundo lançado por ele, Pieces of a Man e têm pérolas como "The Revolution Will Not Be Televised" e a linda "Lady Day & John Coltrane".
Coisa Finíssima.

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